Segundo a promotoria, todos os presos estão envolvidos na formação de organização criminosa suspeita de fraudar processos licitatórios e contratos na cidade e desviar verbas públicas mediante pagamento de gratificações indevidas a servidores. O grupo também teria feito exigências ilícitas ao prefeito da cidade, inclusive a entrega de propina de R$ 50 mil para alguns vereadores em troca da aprovação de projetos de lei.
O G1 tentou falar com a Câmara de
Vereadores, mas não conseguiu contato. Também não foi localizado um
representante da prefeitura até a publicação desta reportagem.
Foram cumpridos, no total, quatro
mandados de prisão preventiva, quatro de prisão temporária e três de
condução coercitiva. Os mandados foram expedidos pela Vara dos Feitos
Relativos a Delitos Praticados por Organizações Criminosas de Salvador.
As polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal auxiliaram no
cumprimento dos mandados.
O atraso das obras da nova Câmara de
Vereadores está entre as denúncias feitas ao Ministério Público da
Bahia. O gasto previsto para a construção era de R$ 4,4 milhões e já
foram gastos mais de R$ 3,5 milhões.
A investigação do MP-BA foi feita por
meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas
(Gaeco), com o apoio da Coordenadoria de Segurança Institucional e
Investigação (CSI), Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais
(Caocrim), Centro de Apoio Operacional de Proteção às Promotorias de
Proteção da Moralidade Administrativa (Caopam).
A investigação do MP-BA foi feita por
meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas
(Gaeco), com o apoio da Coordenadoria de Segurança Institucional e
Investigação (CSI), Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais
(Caocrim), Centro de Apoio Operacional de Proteção às Promotorias de
Proteção da Moralidade Administrativa (Caopam).




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